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quarta-feira, 27 de abril de 2011

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O roubo do século


Quantos Milhões são precisos roubar aos portugueses para alimentar estes vampiros?

domingo, 17 de outubro de 2010

Isto é demais......
Silva Lopes, 77 anos, nomeado administrador da EDP Renováveis...(Será que prescinde das reformas?)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Do tempo da outra senhora...












Os capatazes estão a começar a cair. Estão podres, o que é que havia de se esperar.As pessoas ainda estão primeiro.

sábado, 12 de junho de 2010

Eles e nós...



Mário Soares diz ao Expresso:


"- Hoje sou dos poucos políticos que só tem uma reforma".


E olhando para o estado em que está o país, será que os político merecem uma reforma? Ou deviam pagar pelos estragos que têm feito?


Como exemplos:

É preciso baixar o insucesso escolar? Então baixe-se o nível de exigências, e os professores ou passam os alunos, ou então têm que justificar muito bem esse pecado.


É preciso acabar com o abandono escolar? Então manda-se um polícia lá a casa para trazer os alunos para escola, e que não tenham medo dos professores, pois o Ministério da Educação existe para os pôr na ordem.


O partido perdeu as eleições, e já não há tachos no governo? Onde está a lista de empresas que negociaram com o Estado e ganharam os concursos públicos? Devem estar a precisar de assessores e afins.


Quantos dias me faltam para me reformar?Cinco? Arranja-me aí uma assessoria por uma semana, pode ser mesmo numa autarquia, que preciso de me reformar, pois tenho as crianças na creche e preciso de estar em casa quando a carrinha as vier trazer.


E o Presidente da República quantas reformas tem? TEM DUAS( mas pequeninas...)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

A crise


A partir de um de Junho vamos ter mais aumentos de impostos. Quando foi anunciado, no dia da visita de Sua Santidade o Papa, pensei que fosse a revelação do 3º segredo de Fátima. Afinal foi só o aproveitar de uma oportunidade em que os portugueses estavam com o ego um pouco inchado, logo mais tolerantes. Dizia eu a um amigo meu;- É melhor pagarmos com um sorriso. E diz-me ele:- Eu tentei, mas eles pedira-me em dinheiro...

sábado, 15 de maio de 2010

Manifesto anti-capataz


O capataz é fruto de um aborto mal sucedido.

O capataz é um traumatizado que não admite quem pense diferente dele.

O capataz não percebeu ainda que ESTES TEMPOS são diferentes daqueles com que sonha.

O capataz não percebeu que apesar de ainda haver carneiros, eles estão em minoria. E que os seus ajudantes de campo não resistem a muitas facadas nas costas.

O capataz é o exemplo acabado de quem em pequeno não teve aceitação junto dos colegas. Não jogava à bola, porque se cansava muito. Enquanto os colegas jogavam à macaca, o capataz entretinha-se a fazer palavras cruzadas.

O capataz ia todos os dias para casa fazer queixinhas dos amigos que lhe batiam na cabeça.

O capataz prometeu que quando fosse crescido havia de se vingar.

O capataz foi a primeira vítima de bullying conhecida.

O capataz foi sempre um menino da mamã. A mamã deu-lhe banho até aos dezoito anos, e arranjou-lhe a primeira namorada.

O capataz cheira mal dos sovacos.

O capataz viveu sempre de expedientes,e desconfia de toda a gente, porque pensa que não existem outras formas de estar na vida.

O capataz ainda não percebeu que quando alguém se está a rir, não se está a rir para ele, mas sim a rir dele.

O capataz só vai durar enquanto durarem os seus ajudantes de campo.


Manfina...

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O polvo


Depois de tudo o que aqui foi escrito, alguém me perguntou: como sobrevive ainda o capataz? Por estranho que pareça a partir de certa altura começaram por manifestar-se os seus ajudantes de campo, fazendo o trabalho menos limpo, de forma a salvar a face do capataz. E começaram por este blogue fazendo pressão para que ele fosse silenciado. Esforços em vão. Não sei se por terem falhado a missão, terão direito a algumas migalhas, mas ao menos ganharam a confiança do capataz, que lhes prometeu protecção ad eterno. Sim, porque ele considera-se um predestinado, qual Papa a controlar o seu rebanho (aqui de carneiros).

Quando imaginei esta figura, jamais pensei que o seu carácter alguma vez pudesse suscitar seguidores tão abnegados. Mas eu estou sempre a aprender, em cada frase que escrevo ou em cada palavra que digo.E acreditem que hoje alteraria todos os posts já publicados, acrescentando-lhes estas figuras sinistras, que por umas migalhas de poder se dispõem a fazer tudo. O dicionário por onde estudaram deveria faltar-lhe a letra L. Logo, liberdade, livre são palavras que não lhes dizem nada. São os sinais d`ESTES TEMPOS novos, que se confundem com os sinais de Outros Tempos já muito velhos.

domingo, 18 de abril de 2010

Frase da semana


O capataz recusou-se a continuar o jogo de xadrez, alegando que estavam no tabuleiro dois bispos pedófilos.
Nesse dia não tinha vestidas as calças castanhas...
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Algumas vezes acho que o capataz é idiota. Mas só algumas, porque na maioria tenho a certeza.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A música em agonia

Respeitando os limites dos decibéis estavam duas colcheias a dar liberdade à sua criatividade, saltando de linha em linha da pauta musical, quando foram surpreendidas pela clave de sol. que se fazia acompanhar de uma figura com ar de desconhecido e que se apresentou como sendo o capataz.


Afinal que liberdade é esta, na pauta musical, sem a presença da clave de sol? Perguntou o dito capataz. E onde estão as fusas, as semi-fusas e as colcheias? Quem deixou linha da pauta musical torta? As outras notas estão ali à conversa com Schubert, responde uma colcheia. E quem é esse Schubert, joga no Benfica ou no Porto? pergunta o capataz. É ponta de lança? Se joga no Porto, ele que desapareça já, e vocês quero-as em fila indiana à minha frente, para perceberem quem manda aqui.

A ronda do capataz


Ao chegar ao seu posto de trabalho, o capataz monta-se no seu burro e inicia a ronda diária pela herdade, tomando nota de algo que não esteja conforme. Já agora, sabem porque é que o capataz faz a ronda de burro, porque acha que duas cabeças pensam melhor que uma.
Depois de conferirem os dados observados, despedem-se até ao dia seguinte.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Hierarquias


As hierarquias são como prateleiras, quanto mais altas, mais inúteis.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Frase da semana




Os capatazes e as fraldas devem ser mudados frequentemente pela mesma razão.

Irreverência da Físico-Química


Estavam duas bases entretidas a experimentar roupas novas, quando aparecem dois sais com vontade de as provocar. De repente atravessa-se-lhes no caminho uma provete toda vaidosa. Virando-se para um dos sais, diz-lhe com ar de carneiro mal morto: - Afinal reages ou não? Ou terei que ir chamar os ácidos? Na sala ao lado estava a desenrolar-se uma corrida entre protões e electrões, em circuito fechado. Sentados numa mesa ao lado estavam Einstein, Ampere, Boyle e Lavoisier que assistiam pasmados à vida própria que estas criaturas estavam a ganhar. Ampere ia estando ao corrente do que se passava. Boyle resolveu ir-se embora, pois não aguentava a pressão. Einstein ficou a assistir porque para ele tudo era relativo. Lavoisier foi-se embora porque não perdia nem ganhava nada.
Tocaram à porta. Einstein vai abrir e aparece o capataz mascarado de saco do lixo quase cheio, disposto a fazer uma limpeza no laboratório.Então Einstein diz-lhe: - Relativiza-te saco de lixo. Não percebes que o teu lugar é no aterro sanitário? Xou.

domingo, 11 de abril de 2010

A revolta das línguas


O capataz, na sua ânsia desmesurada de mandar, resolveu poupar nos gastos de alguns produtos. E como picuinhas que é, o primeiro corte foi na cola. A partir desse momento criou-se a confusão geral nas letras. Os acentos e os apóstrofes não se seguravam, os títulos dos textos caíam e até as palavras caíam dos textos. Gerou-se então grande revolta nas letras. o Francês e o Inglês refugiram-se nas suas embaixadas, e o Latim viu-se grego para se safar desta confusão. O Português ameaçou-o com poemas do Ary dos Santos e da Natália Correia. Sem efeito. O capataz manteve-se na sua, e até ameaçou tudo e todos de "blackout". Pediram ao Bocage que tomasse conta do sucedido. Apareceu então o Eça, que juntamente com o Bocage começaram a chamar o boi pelo nome.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Revolta da Matemátca

Reuniram-se um dia várias rectas, semi-rectas, variáveis, sólidos, fracções e outras individualidades da Matemática. Estavam em causa alterações de várias regras, que de obsoletas, atentavam contra o bom relacionamento entre as diferentes entidades. Havia grande revolta na sala, pelo que algumas entidades resolveram sair. Perante a insistência da potência em monopolizar o debate, elevando cada vez mais o seu expoente, eis que uma bela incógnita resolve chamar o capataz. Este olha para a bela incógnita e mira-a dum ápice à base, e não resiste ao seu pedido. Ao deslocar-se à reunião, encontra na rua vários números à conversa. O que é isto? Não deviam estar lá dentro? O que fazem aqui fora? Desculpe, mas somos primos e temos algumas afinidades. A partir de agora acabaram-se essas afinidades, entrem e reduzam-se ao vosso valor absoluto. O capataz, na sua ignorância larvar, faz uma intervenção elevada ao expoente máxmo da demagogia e proibe terminantemente a existência do infinito, impondo limites finitos a quem não lhe obedecesse. Convidou uma hipérbole para fazer uma fracção consigo, em que ele seria o numerador. Passou a ser a fracção mais ordinária na história da Matemática. Convidou também várias parábolas que por ali passavam, para trabalharem consigo, prometendo-lhes muitas facilidades no seu crescimento infinito, desprezando o próprio sistema de eixos cartezianos, e dando-lhes autoridade para reduzir qualquer fracção menos dócil, a uma dízima finita. Proibiu ainda a existênciade tangentes, secantes e outros contactos entre quaisquer entidades, pois estes representavam o pior risco para a propagação da gripe dita A, ao que parece mais inofensiva que a dita B. Ficou marcado novo encontro sem a presença do capataz.